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O Caminho da Adoção

26/05/2020

O processo de adoção cumpre etapas, etapas indispensáveis a proteção da criança, trazendo segurança para a nova relação que se forma, para essa nova família.

Quando a família vai a Vara da Infância iniciar o processo de habilitação (requisito para adoção), alí na verdade iniciou o processo da constituição dessa nova família, a família substituta. De alguma forma é neste momento que é traçado o destino e o futuro de alguma criança abandonada no abrigo.

É no momento da habilitação que a família define o perfil que espera da criança, define possibilidades e estabelece limites, limites que variam de acordo com a sua expectativa – só quero menina! – aceito irmãos!, enfim, uma série de pontos que vão direcionando as possibilidades para logo mais, quando devidamente habilitados, o sistema cruzar o perfil escolhido com os perfis existentes para adoção.

Do outro lado dessa história, estão as crianças, meninos e meninas, com ou sem irmãos também abandonados ali, esperando serem escolhidas pelo amor que elas ainda não conhecem. Essas crianças foram tiradas da sua família biológica em nome da sua proteção, da sua saúde e da sua vida. Seus pais perderam o poder familiar, e com isso, elas passam a compor a lista de crianças aptas a serem adotadas.

Esses dois processos diferentes encontram-se em um ponto em comum logo lá na frente, a vontade de escrever uma nova história, uma nova realidade, uma nova família. Por infinitos motivos, esses dois destinos serão conectados, nasce agora um novo amor, uma nova vida.

Por Fernanda Prati, Advogada de Família e Mãe da Maria Eva.

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